Só o barulho da chuva comanda os meus dedos, o forte vento virando ao meu rosto, me faz viajar, ir para um lugar distante e desconhecido. Não quero e nem posso parar, ja não sou eu que controlo minhas mãos, meu cérebro aje por sí só. As palavras surgem num clarão, e quando eu dou por mim, meus versos estão escritos e eu me sinto completa outra vez. Não quero e nunca irei parar, a chuva irá sempre estar ao meu lado, comandando minhas palavras. É isso que me faz sentir viva, e é isso que é minha grande e eterna paixão. Palavras, não simples palavras, as mais verdadeiras, as minhas palavras.
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